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Adutora e poços reforçam abastecimento em Arcoverde

22/07/2013 às 19:49

O governador Eduardo Campos assinou nesta segunda-feira (22) a Ordem de Serviço para o início das obras de duplicação da adutora e ampliação da bateria de poços da Bacia do Jatobá, para reforço do abastecimento de água da cidade de Arcoverde, distante 260 quilômetros do Recife. O projeto vai ampliar em 40% a oferta de água do município, que já recebe água de poços dessa bacia, localizada no Sítio Frutuoso, em Ibimirim, no Sertão do Moxotó. Os serviços buscam garantir uma maior oferta para Arcoverde, que continua correndo risco de colapso em virtude da pior seca dos últimos 50 anos. O investimento é de R$ 42 milhões.

Além da Adutora do Jatobá, que terá 74 km de extensão, estão sendo perfurados dois novos poços na Bacia do Jatobá, cada um com 700 metros de profundidade. No prazo de oito meses, os novos poços vão se somar aos três já existentes e, juntos, irão disponibilizar 200 litros de água por segundo, mais que o dobro da atual oferta, de 90 litros por segundo. O primeiro poço já está sendo perfurado, tendo a perfuratriz atingido 50% da profundidade total.

De acordo com o presidente da Compesa, Roberto Tavares, a ampliação da adutora é uma obra de emergência até que a Adutora do Agreste fique pronta, em 2015. "Essa foi a solução que encontramos para reduzir o racionamento na cidade, que hoje é de três a quatro dias com água para 17 sem", afirmou. A produção do atual sistema, que conta com três poços, é usada para abastecer as cidades de Arcoverde e Sertânia e povoados situados ao longo da adutora do Jatobá.

AGILIDADE NOS TRABALHOS - A obra na Bacia do Jatobá marca a primeira licitação em Pernambuco a ser realizada no Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). Essa modalidade foi instituída em 2011 pelo Governo Federal para dar mais agilidade às obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e às voltadas para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

A novidade trazida pelo RDC é a possibilidade de ordenar as propostas das empresas concorrentes da licitação por valor e só depois analisar a proposta técnica mais barata. Esse procedimento reduz o tempo do certame.

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